NORMAS NOS ESPAÇOS DA U.PORTO

USO DE MÁSCARA É OBRIGATÓRIO

  1. A utilização de máscara é obrigatória para toda a comunidade académica e visitantes.
  2. Adicionalmente, devem ser sempre consideradas as já conhecidas medidas preventivas: distanciamento físico de 2 metros, etiqueta respiratória e higiene frequente das mãos.

QUEM SE PODE DIRIGIR AOS ESPAÇOS DA UNIVERSIDADE DO PORTO

  1. Não se devem deslocar aos espaços da Universidade do Porto as pessoas com sintomas sugestivos de infeção respiratória (tosse e/ou febre e/ou dificuldade respiratória), ainda que ligeiros.
  2. As deslocações às instalações da Universidade do Porto devem restringir-se ao estritamente necessário.
  3. A entrada nos edifícios poderá ter novas regras e circuitos, pelo que é aconselhado que sejam consultadas as normas de cada um dos espaços (faculdades, centros de investigação, entre outros).

ESPAÇOS FECHADOS/INFRAESTRUTURAS

  1. A lotação dos vários espaços da U.Porto, tais como salas de aula, laboratórios, gabinetes, cantinas, snack-bares, salas de convívio ou bibliotecas, está reduzida de forma a assegurar o distanciamento físico recomendado.
  2. O tempo de presença simultânea de pessoas em espaço fechado deve ser minimizado.
  3. Os lugares de trabalho, estudo ou refeição devem ser, sempre que possível, reposicionados de forma a evitar posições frente-a-frente.
  4. Todos os espaços de convívio que não sejam essenciais e onde não seja possível garantir condições de distanciamento, higienização ou ventilação, devem manter-se encerrados.
  5. O número máximo de utilizadores em simultâneo nos elevadores também está reduzido, sendo recomendado que os mesmos sejam apenas utilizados por pessoas com limitações físicas que impeçam o uso de escadas.
  6. Todos os edifícios da U.Porto dispõem de áreas de isolamento, devidamente sinalizadas, para onde se devem dirigir os membros da comunidade académica que desenvolvam no local sintomas sugestivos de infeção respiratória (tosse e/ou febre e/ou dificuldade respiratória), ainda que ligeiros.

CANTINAS E ESPAÇOS DE REFEIÇÃO

  1. A utilização de “copas”, salas de refeição e “de micro-ondas” deve ser feita com o mínimo tempo de permanência possível, garantindo o distanciamento de pelo menos 1 metro entre pessoas, preferivelmente 2.
  2. Estes espaços devem estar ventilados e devem estar definidas rotinas de higienização entre utilizações (disponibilizando-se materiais para higienização e desinfeção de superfícies pelos próprios utilizadores).
  3. Sempre que não seja possível garantir o distanciamento físico, a ventilação ou ainda as condições de higienização, estes espaços não devem ser utilizados.
  4. As unidades de alimentação da U.Porto, tais como cantinas, snack-bares e restaurantes, devem ter um máximo de 4 pessoas por cada 10m2, garantindo distâncias de 2 metros entre pessoas.
  5. Nos espaços de refeição não estão disponíveis produtos para utilização em regime de self-service, como é o caso dos temperos.
  6. As cantinas da U.Porto terão disponíveis refeições take-away para serem consumidas fora das instalações.

HIGIENIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS

  1. Cada edifício terá um novo plano de higienização de instalações e equipamentos, respeitando as orientações da Direção Geral de Saúde quanto à metodologia, materiais, produtos e frequência de limpeza.
  2. É prioritária a higienização e desinfeção regular de superfícies de utilização por várias pessoas, tais como maçanetas, corrimões, botões de acionamento de elevador, terminais Multibanco, máquinas de venda automática, teclados, ratos, mesas e cadeiras.
  3. Está prevista a utilização de detergentes para a higienização e soluções à base de álcool (com 70% álcool) ou lixívia (com 5% cloro livre), bem como detergentes de base desinfetante, que permitem uma higienização e desinfeção mais rápidas.
  4. A ventilação dos espaços, natural ou mecânica, deve ser garantida durante e entre períodos de trabalho ou aula, de forma a permitir a renovação do ar daqueles espaços fechados.
  5. Os materiais em papel, como exames ou documentos, podem ser manipulados sem luvas, desde que o profissional higienize as mãos após o contacto e evite levar as mãos ao rosto antes de as higienizar.
  6. Após a receção de encomendas as mãos devem ser higienizadas e, caso as encomendas tenham sido pousadas em superfícies de trabalho, estas devem ser desinfetadas de seguida.
  7. As principais portas de acesso aos edifícios, salas de aula ou outros espaços frequentemente utilizados devem ser mantidas abertas sempre que possível, ou serem facilmente acionáveis com cotovelo ou pé, nos trajetos de entrada e de saída.
  8. Nas cantinas, a louça e talheres serão higienizados em máquina de lavagem automática, com ciclos de lavagem que atinjam temperaturas superiores a 85º e consequentemente, garantam desinfeção.