O regime de teletrabalho, sempre que as funções em causa o permitam, deixou de ser obrigatório a partir de 1 de junho de 2020. De acordo com o artigo 4º. da resolução do Conselho de Ministros n.º 51-A/2020 de 26 de junho, atualmente o regime de teletrabalho é obrigatório quando requerido pelo trabalhador, sempre que as funções em causa o permitam, apenas nos seguintes casos:
  • quando os espaços físicos e a organização do trabalho não permitam o cumprimento das orientações da Direção Geral de Saúde e da Autoridade para as Condições do Trabalho sobre a matéria, na estrita medida do necessário;
  • para os trabalhadores que pertencem a grupos de risco, designadamente imunodeprimidos e doentes crónicos;
  • para os trabalhadores com deficiência, com grau de incapacidade igual ou superior a 60%.
Compete ao Médico de Medicina do Trabalho da U.Porto avaliar os funcionários da U.Porto que pertençam a grupos de risco, a pedido destes, e emitir a respetiva ficha de aptidão para o trabalho. Independentemente da adoção do regime de teletrabalho nos termos previstos no Código do Trabalho, podem ser implementadas medidas de prevenção e mitigação dos riscos decorrentes da pandemia, nomeadamente, a adoção de escalas de rotatividade de trabalhadores entre o regime de teletrabalho e o trabalho prestado no local de trabalho habitual, diárias ou semanais, horários diferenciados de entrada e saída, e horários diferenciados de pausas e de refeições.
No caso dos colaboradores pertencentes aos grupos de risco, tal como se pode ler nas recomendações já emitidas, deve existir uma avaliação por parte do médico da medicina do trabalho da Universidade do Porto.
Sim. Os colaboradores da Universidade do Porto devem utilizar máscara nos espaços fechados. Podem ser utilizadas as máscaras sociais. A U.Porto vai fornecer este material de proteção individual a todos os seus colaboradores. As máscaras cirúrgicas devem ser utilizadas por todos os que fazem parte dos grupos de risco, pelas pessoas que fazem atendimento presencial e por suspeitos de COVID-19 quando se encontram na área de isolamento. Mais informações sobre a utilização de máscaras podem ser encontradas aqui.
As recomendações já emitidas são de elevada importância na proteção individual: higienização frequente das mãos, adoção das medidas de etiqueta respiratória e o distanciamento físico, sempre que possível. A estas indicações acresce a utilização de meios de proteção individual, como máscara, que é obrigatória dentro das instalações da U.Porto, e viseiras (nos casos em que esta é necessária). No entanto, caso tenha sintomas sugestivos de infeção respiratória, ainda que ligeiros, não se dirija ao seu local de trabalho (ou qualquer outro espaço); fique em casa e contacte a Linha SNS24 para determinar os próximos passos.
As Unidades Orgânicas vão implementar um plano de higienização das instalações e equipamentos, respeitando as orientações da Direção Geral de Saúde. A higienização e desinfeção de superfícies de utilização por várias pessoas, tais como maçanetas, corrimãos, botões de acionamento de elevador, terminais Multibanco, máquinas de venda automática, teclados, ratos, mesas e cadeiras, será priorizada.
É recomendada a utilização dos meios de proteção individual e o distanciamento físico, podendo ser instaladas barreiras em acrílico nos casos identificados. Deve ser dada preferência ao atendimento por e-mail ou telefone, assim como o envio e receção de documentos por via eletrónica
Considerando que se trata de um espaço onde poderá permanecer várias horas, o distanciamento físico deverá ser de, pelo menos, 2 metros. Os lugares de trabalho devem ser, sempre que possível, fixos e reposicionados de forma a evitar posições frente-a-frente. Além disso, pode ser ponderada a rotatividade quinzenal de equipas fixas e a subdivisão em equipas fixas para os períodos da manhã e da tarde para os trabalhadores cuja presença física seja essencial. Estes turnos devem ser assíncronos e não se devem cruzar.
A utilização de “copas”, salas de refeição e “de micro-ondas” deve ser feita com o mínimo tempo de permanência, garantindo o distanciamento de pelo menos 1 metro entre pessoas, preferivelmente 2. Para além destas medidas o espaço deve estar ventilado e devem estar definidas rotinas de higienização entre utilizações (disponibilizando-se materiais para higienização e desinfeção de superfícies). Sempre que não seja possível garantir o distanciamento, a ventilação ou ainda as condições de higienização, estes espaços não devem ser utilizados. As cantinas da U.Porto terão disponíveis refeições take-away para serem consumidas fora das instalações.
As recomendações já emitidas são de elevada importância na proteção: higienização frequente das mãos, adoção das medidas de etiqueta respiratória e o distanciamento físico, sempre que possível. A estas indicações acresce a utilização de meios de proteção individual, como máscara, que é obrigatória dentro das instalações da U.Porto, e viseiras (nos casos em que esta é necessária). No entanto, caso tenha sintomas sugestivos de infeção respiratória, ainda que ligeiros, não se dirija ao seu local de trabalho (ou qualquer outro espaço); fique em casa e contacte a Linha SNS24 para determinar os próximos passos.
Sim. Todos os estudantes da Universidade do Porto devem utilizar máscara nos espaços fechados. Podem ser utilizadas as máscaras sociais. As máscaras cirúrgicas devem ser utilizadas por todos os que fazem parte dos grupos de risco e por suspeitos por COVID-19 quando se encontram na área de isolamento. Mais informações sobre a utilização de máscaras podem ser encontradas aqui.
Com o arranque do ano letivo 2020/21, as atividades letivas voltarão a ser prioritariamente realizadas em regime presencial, ainda que parte dos horários possam acontecer em modalidade de ensino à distância, de acordo com as especificidades de cada curso. Todos os espaços da Universidade do Porto estão preparados para o regresso da atividade presencial, nomeadamente no que toca à sua higienização regular, limitação das lotações máximas e criação de circuitos de circulação distintos. Cabe a cada membro da comunidade académica a observação das regras de proteção individual em vigor (utilização de máscara, higienização das mãos, distanciamento social). Nota importante: se tiver sintomas sugestivos de infeção respiratória, ainda que ligeiros, não se dirija aos espaços da U.Porto ou outros; fique em casa e contacte a Linha SNS24 para determinar os próximos passos.
A lotação dos vários espaços da U.Porto, tais como salas de aula ou de trabalho, incluindo laboratórios será reduzida de forma a assegurar pelo menos 1 metro de distância entre as pessoas, 2 metros se possível. Além da máscara, deve ser utilizada viseira em situações em que o distanciamento físico não possa ser garantido, tais como em laboratórios, oficinas, ou outros espaços similares. 
As provas de avaliação presenciais serão efetuadas em anfiteatro ou em salas de grande dimensão. Haverá um distanciamento de dois lugares entre estudantes lateralmente, e uma fila de intervalo atrás e à frente, ou dois metros entre os postos de exame nas salas sem lugares fixos. Sempre que possível, serão utilizadas mais do que uma entrada para o local de realização dos exames e a entrada efetuar-se-á de modo a impedir a aglomeração de estudantes. As salas serão ventiladas e as mesas higienizadas entre exames. Em qualquer caso, se na altura do exame tiver sintomas sugestivos de infeção respiratória, ainda que ligeiros, não poderá realizar o exame.
As Unidades Orgânicas vão implementar um plano de higienização das instalações e equipamentos, respeitando as orientações da Direção Geral de Saúde. A higienização e desinfeção de superfícies de utilização por várias pessoas, tais como maçanetas, corrimãos, botões de acionamento de elevador, terminais Multibanco, máquinas de venda automática, teclados, ratos, mesas e cadeiras, será priorizada.
A utilização de “copas”, salas de refeição e “de micro-ondas” deve ser feita com o mínimo tempo de permanência, garantindo o distanciamento de pelo menos 1 metro entre pessoas, preferivelmente 2. Para além destas medidas o espaço deve estar ventilado e devem estar definidas rotinas de higienização entre utilizações (disponibilizando-se materiais para higienização e desinfeção de superfícies). Sempre que não seja possível garantir o distanciamento, a ventilação ou ainda as condições de higienização, estes espaços não devem ser utilizados. As cantinas da U.Porto terão disponíveis refeições take-away para serem consumidas fora das instalações.
As salas de estudo e bibliotecas terão uma lotação reduzida, de forma a garantir a distância de pelo menos 1 metro de distância entre as pessoas, 2 metros se possível. Cada faculdade poderá definir as regras de funcionamento da respetiva biblioteca. Por isso, deverá consultar os serviços da biblioteca para saber como funciona a requisição de livros e a permanência nos espaços. Em qualquer caso, se tiver sintomas sugestivos de infeção respiratória, ainda que ligeiros, não deverá frequentar os espaços da Universidade do Porto.
Não. Os coronavírus são uma família larga de vírus e o COVID-19 não é igual ao que causa o SARS (Síndrome Respiratório Agudo Grave). Contudo, análises genéticas demonstram que são relacionados.
Os coronavírus são uma família de vírus conhecidos por causar doença no ser humano. A infeção pode ser semelhante a uma gripe comum ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia.

A COVID-19 transmite-se por contacto próximo com pessoas infetadas pelo vírus, ou superfícies e objetos contaminados.

Esta doença transmite-se através de gotículas libertadas pelo nariz ou boca quando tossimos ou espirramos, que podem atingir diretamente a boca, nariz e olhos de quem estiver próximo.

As gotículas podem depositar-se nos objetos ou superfícies que rodeiam a pessoa infetada. Por sua vez, outras pessoas podem infetar-se ao tocar nestes objetos ou superfícies e depois tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos.

As pessoas infetadas podem apresentar sinais e sintomas de infeção respiratória aguda como febre, tosse e dificuldade respiratória. Em casos mais graves pode levar a pneumonia grave com insuficiência respiratória aguda, falência renal e de outros órgãos e eventual morte.
O período de incubação ainda se encontra sob investigação.
Não existe vacina. Sendo um vírus recentemente identificado, estão em curso as investigações para o seu desenvolvimento.
O tratamento para a infeção por este novo coronavírus é dirigido aos sinais e sintomas apresentados.
Não, os antibióticos não são efetivos contra vírus, apenas bactérias. O COVID-19 é um vírus e, como tal, os antibióticos não devem ser usados para a sua prevenção ou tratamento. Não terá resultado e poderá contribuir para o aumento das resistências a antimicrobianos.
A avaliação de risco encontra-se em atualização permanente, de acordo com a evolução do surto. O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) e a Direção-Geral da Saúde (DGS) emitem comunicados diários com o sumário da informação e recomendações mais recentes.
Não. De acordo com informação da Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidência de que os animais domésticos, tais como cães e gatos, tenham sido infetados e que, consequentemente, possam transmitir o COVID-19.
No caso de reunir os sintomas indicados (febre, tosse ou dificuldade respiratória) e ligação epidemiológica (possível contacto com caso confirmado, ou história de viagem para áreas afetadas), deverá ligar de imediato para a linha SNS 24 (808 24 24 24) e seguir as instruções indicadas.
Deve dirigir-se de imediato para a área de isolamento indicada e informar (presencial ou telefonicamente) a pessoa responsável definida na entidade em que se encontrar. Uma vez na sala de isolamento, deverá colocar a máscara de proteção, contactar a linha SNS24 (808 24 24 24) e seguir as instruções indicadas. Para informações mais detalhadas, consulte o Plano de Contingência da U.Porto (página 10, Medidas específicas perante um caso suspeito).
Para além das medidas básicas de higiene, deverá permanecer em isolamento profilático durante 14 dias, período no qual deverá manter uma vigilância ativa de sintomas (febre, tosse ou dificuldade respiratória). No caso de aparecimento de sintomas, deverá ligar de imediato para a linha SNS 24 (808 24 24 24) e seguir as instruções indicadas. Para informações mais detalhadas, consulte o Plano de Contingência da U.Porto (página 12, Medidas especificas perante uma pessoa assintomática com contacto com um caso confirmado).
Sim. A U.Porto acionou um Plano de Contingência no qual se apresentam (a partir da página 8) um conjunto de medidas preventivas (gerais e específicas) a adoptar pela comunidade de acordo com os diferentes níveis de risco definidos pelos Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC).
Pessoa com exposição associada a cuidados de saúde, incluindo:
  • Prestação de cuidados diretos a doente com COVID-19;
  • Contacto em ambiente laboratorial com amostras de COVID-19;
  • Visitas a doente ou permanência no mesmo ambiente de doente infetado por COVID-19;
  • Contacto em proximidade ou em ambiente fechado com um doente com infeção por COVID-19 (ex: sala de aula);
Viagem com doente infetado por COVID-19:
  • Numa aeronave:
    • 2 lugares à esquerda do doente, 2 lugares à direita do doente, dois lugares nas duas filas consecutivas à frente do doente e dois lugares nas duas filas consecutivas atrás do doente;
    • Companheiros de viagem do doente;
    • Prestação de cuidados diretos ao doente;
    • Tripulantes de bordo que serviram a secção do doente;
    • Se doente com sintomatologia grave ou com grande movimentação dentro da aeronave, considerar todas as pessoas como contacto próximo;
  • Num navio:
    • Companheiros de viagem;
    • Partilha da mesma cabine;
    • Prestação de cuidados diretos ao doente;
    • Tripulantes de bordo que serviram a cabine do doente;
A Autoridade de Saúde pode considerar como contato próximo outros indivíduos não definidos nos pontos anteriores (avaliação caso a caso).
De acordo com a situação atual em Portugal, o uso de máscara de proteção individual é obrigatório nos espaços fechados, nomeadamente lojas, transportes públicos e também nas instalações da Universidade do Porto.
Nas áreas afetadas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda medidas de higiene e etiqueta respiratória para reduzir a exposição e transmissão da doença: Adotar medidas de etiqueta respiratória: tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o cotovelo, nunca com as mãos; deitar sempre o lenço de papel no lixo); Lavar as mãos frequentemente. Deve lavá-las sempre que se assoar, espirrar, tossir ou após contacto direto com pessoas doentes; Evitar contacto próximo com pessoas com infeção respiratória.
Em qualquer dos casos, deve sempre adotar medidas de etiqueta respiratória e distanciamento físico e cumprir com as normas indicadas pelo país onde se encontra (uso de meios de proteção individual ou não). Deverá ter auto-vigilância de sintomas, como febre, tosse e dificuldade respiratória. Se aparecerem sintomas, deve ligar imediatamente para as linhas de apoio das autoridades de saúde do país. Em caso de urgência, poderá utilizar os contactos disponibilizados pelo Serviço de Relações Internacionais (Contactos de emergência: 961 280 004 | 961 259 698; international@reit.up.pt).